* Cuidado com o volume do som.
Cuidado com o volume do som de caixas de som ou fones de ouvido ao reproduzir o vídio.

Depois que me formei na faculdade, fiz estágio de farmacêutico por 1 ano. Depois disso, vim ao Japão e trabalhei em uma linha de montagem em Toyohashi, e depois em Iida.


No L2, o conteúdo do material foi excelente porque aprendemos o japonês que podíamos usar no trabalho no dia seguinte. Antes de participar do curso da JICE, quando falava com o chefe ou em uma entrevista, eu ficava muito inseguro se "o uso das palavras ou o jeito de vestir" estavam apropriados, mas aprendemos como lidar com uma entrevista, recebemos orientações de como escrever um currículo, e isso me trouxe confiança. No curso N4 que estou participando agora, o treinamento da compreensão auditiva é muito útil e aprendi a organizar a gramática, por isso foi efetivo ter participado dos dois cursos.
Foi a expressão "
(a propósito...,)". Por exemplo, se fala,"
(A propósito, gostaria de fazer uma pergunta)" para iniciar a conversação. Senti que é uma expressão bem peculiar do japonês. Além disso, foi muito bom porque aprendi outras coisas que sempre ouvia mas não entendia o significado. Agora consigo ir sozinho à prefeitura ou ao hospital.
Aprendi lições de etiqueta e os cumprimentos ao telefone, boas maneiras, então foi uma boa oportunidade para aprender a etiqueta básica da sociedade japonesa. Os modos e expressões que não tive oportunidade de aprender no trabalho de montagem até agora foram incorporados, por isso eu acredito que vou conseguir aproveitar em outros trabalhos.
Primeiramente, quero fazer a prova em dezembro e conseguir o certificado de japonês. Depois, disto, pretendo tirar a carteira de habilitação. É que na maioria das ofertas de trabalho no Hello Work a carteira de motorista é pré-requisito e eu ainda não tenho. Depois de obter todos os requisitos, gostaria de trabalhar no setor de escritório em uma empresa na área química ou instituto de pesquisa e ter contato com muitas pessoas.
No momento, o Japão inteiro está em recessão e a condição para entrar em uma empresa está muito mais difícil do que antes. Para trabalhar e viver nesta situação, é requisito ter qualificações na língua japonesa, saber utilizar o computador e ter a carteira de habilitação. Vamos participar dos cursos oferecidos pela JICE e lutar para conseguir um trabalho em uma empresa com condições favoráveis. Os cursos da JICE são oferecidos de noite também por isso é fácil encontrar um horário. Além do mais, os professores são muito dedicados.

Alicia: Eu sou da segunda geração de japoneses e meus pais são de Okinawa. A minha família veio cedo morar para cá e eu fiquei sozinha no Peru, mas 7 anos atrás vim para morar com eles.
Monica: Eu sou da terceira geração de japoneses e vim ao Japão em 1992. Faz 19 anos desde que cheguei aqui. A cidade em que fiquei por mais tempo foi Osaka e atualmente moro em Shizuoka.
Alicia: Eu trabalhava como costureira em casa. Costurava jalecos para os profissionais de hospitais. Como gosto muito de costurar, sempre fazia roupa para as crianças e fui eu que fiz o vestido de noiva da minha filha. Depois de vir ao Japão, não é como trabalho remunerado, mas faço ajuste de roupas do pessoal da vizinhança. Trabalhei também com prestação de cuidados no Peru.
Monica: Eu era estudante quando morava no Peru.
Monica: Já fiz várias coisas. Primeiro, trabalhei 6 meses em uma fábrica de câmeras em Ibaraki. Depois disso, trabalhei 3 anos em uma fábrica alimentícia em Niigata. Em seguida me mudei para Hamamatsu e trabalhei em uma fábrica de motos. Depois trabalhei em uma casa de pachinko em Osaka. É onde fiquei por mais tempo.
Foi muito difícil no pachinko porque precisava conversar em japonês. Mas pratiquei tudo o que tinha aprendido até então e cheguei até a atuar como tradutora.

Alicia: Quando eu vim ao Japão, não sabia nada de japonês e estudei o hiragana e katakana por conta própria. Mesmo assim era difícil compreender o japonês e até sofri bullying. Foi frustrante. Soube deste curso e resolvi participar porque queria aprender direito o hiragana e o katakana. Tinha muita vontade de aprender a língua japonesa e trabalhar. Os cursos da JICE têm me ajudado muito. Sou muito grata a eles.
Monica: Eu acho que o idioma é muito importante. Até agora, eu nunca tinha estudado direito a língua japonesa, aprendi tudo por conta própria. Mas fico muito frustrada quando não consigo expressar corretamente o que eu penso e por isso resolvi participar do curso.
Eu achava o kanji complicado e não tinha interesse. Aprendi a ler um pouco quando morei em Osaka, mas não sabia escrevê-lo. Mas depois que estudei sobre o kanji aqui no curso, comecei a me interessar e agora passei a gostar de kanji. Quero aprender muito mais.
Monica: Tanto eu quanto a minha mãe não tivemos um nível muito bom do idioma japonês, estávamos preocupadas se conseguiríamos ir até o fim do curso.
Estávamos inseguras se iríamos entender o conteúdo, se conseguiríamos acompanhar as aulas.
Ambas: Felizmente não aconteceu nada daquilo que estávamos preocupadas (risos). Se não entendíamos alguma coisa, sempre havia uma pessoa da organização para traduzir, então senti que poderia acompanhar o curso. Está sendo ótimo.
Monica: Na turma do nível 3 que estou cursando agora, nós estamos estudando expressões de humildade e respeito, coisa que não usamos no dia-a-dia. É muito difícil mas faço o possível para aprender um termo por dia.
Alicia: Gostei muito porque estamos rodeados de gente com o mesmo objetivo. Como a turma é composta por participantes de várias nacionalidades, conversamos em japonês. Estou aprendendo muito. E os professores também são ótimos.

Monica: Gostaria de trabalhar como tradutora ou algum trabalho para ajudar as pessoas, como em prestação de cuidados.
Alicia: Como tenho experiência, gostaria de trabalhar na área de prestação de cuidados. Mas o japonês usado neste tipo de trabalho é muito difícil e por isso estou estudando com afinco. Se não posso me comunicar, não vou poder conversar com os pacientes.
Monica: Para os que estão participando do curso agora, continuem. Mesmo que consigam um trabalho temporário, você sempre tem um tempo, por isso use esse tempo pra continuar estudando!
Antes, eu trabalhava durante a noite e participei do curso durante a manhã. Hoje, vejo o quanto esses estudos valeram a pena.
Saber japonês é essencial para se viver no Japão. Se você não entende a língua, você não vive com segurança. Sem dúvida, vou continuar participando dos cursos!
Alicia: Mesmo na minha idade, não desisto e continuo estudando. Você pode estudar em qualquer idade. Nunca desista!!


Como não havia trabalho no Peru, vim trabalhar no Japão. No Peru, fazia estudos de agente de viagens. Queria trabalhar na recepção de hotel ou no balcão de informações de loja de departamentos, mas não havia oportunidades.
Sou descendente de japonês e meu avô é de Okinawa. Eu particularmente vim ao Japão pela primeira vez de viagem quando tinha 15 anos. Nessa época, fiquei no Japão por seis meses. Visitei o Japão novamente aos 24 anos, e desde então ia e vinha entre o Japão e o Peru. Com a quebra do banco Lheman Brothers (Lheman Shock) ha 4 anos, a situação econômica piorou no mundo inteiro e no Jãpão tembém desapareceram oportunidades de trabalho. Estou ocupado procurando emprego entre outras coisas e não tenho voltado ao Peru nos últimos 4 anos.

Como me alternei entre idas e vindas ao Peru e Japão, meu japonês é insuficiente. Decidi frequentar o curso pois queria aprender japonês corretamente e progredir. Especialmente, kanji e gramática que, por serem difíceis, quero aprender bem. É possível encontrar bom trabalho sabendo japonês. Na verdade, recentemente encontrei um trabalho de curta duração, mas o contrato precisa ser renovado a cada mês, por tanto não se sabe quando ficarei sem trabalho novamente. Eu adoro o Japão, e quero continuar a viver aqui. Por isso quero aprender a falar e escrever em japonês para conseguir um emprego estável.
Senti-me um pouco insegura, pois as aula duram a metade de um dia, assim o tempo para se procurar trabalho é menor. No entanto, ao começar a efetivamente frequentar as aulas, pude passar a conseguir usar meu tempo mais eficientemente. Embora tenha conseguido um trabalho e não possa mais frequentar as aulas da parte manhã, eu quero de qualquer maneira continuar a estudar japonês. Assim, consultei os responsáveis de JICE e professor de japonês e fui informada de uma turma noturna, cujo nível é o mesmo do meu, e consegui uma transferência.

Os professores são muito bons e ativos. Estou conseguindo estudar de forma divertida. O livro original de JICE, que passamos a usar este ano, é fácil de entender. Como há muitos exercícios de conversação, é muito útil para alguém como eu, que não tem muita oportunidade de falar japonês no seu dia-dia.
Meu sonho é montar minha própria empresa no Japão. Para isso, estudar o japonês é algo que não pode faltar. Também quero participar de treinamento de formação subsidiado, assim como treinamento vocacional.. Cheguei a me consultar no Hello Work anteriormente, mas me disseram que meu nível de japonês era insuficiente. No entanto, prestando as aulas, passei aos poucos a entender mais os kanjis e a gramática e percebi que meu nível de japonês está melhorando. Quando meu japonês estiver ainda melhor, quero também estudar inglês.
Para viver no Japão, é importante aprender bem o japonês e conseguir usá-lo. Houve desastres naturais, e com isso a situação econômica do Japão ainda não é boa. Tanto para ter boa relação com os japoneses, assim como para trabalhar numa empresa japonesa, o japonês é necessário e indispensável.
O curso de JICE é muito bom e empolgante. Não deixem de participar do curso!


Já há quase 18 anos desde que vim ao Japão. Mas durante todo esse período nunca estudei direito a língua japonesa. Por isso sempre tive a aflição pelo fato de não ter aprendido a língua japonesa apesar da minha longa permanência. Soube através de um amigo sobre a existência deste curso e então tomei a decisão de participar do curso para poder aprender o japonês correto e utilizar daqui para frente no serviço e na vida diária aqui no Japão.
Não, nem um pouco. Por contrário, como era esta a primeira oportunidade de receber direito as aulas de língua japonesa, estava bastante empolgado. E como tinha bastante interesse em poder comunicar-me melhor com as pessoas, estava ansioso para ter as aulas de conversação.

Para mim, as aulas mais impressionantes foram as de kanji. Toda vez que ia às aulas de kanji, aprendi que o kanji tem várias leituras. É realmente muito difícil aprender kanji, mas quero continuar me esforçando para conseguir ler e escrever bastante kanji.
No serviço, já tenho deparado com cenas em que precisei discutir com os superiores e nessas ocasiões senti dolorosamente que para trabalhar no Japão é requerido o conhecimento de língua japonesa. Por isso, daqui para frente quero utilizar as formas corretas de conversação em japonês que aprendi aqui durante o curso e melhorar o nível de comunicação na minha vida real.

Estou atualmente fazendo o curso em paralelo com o trabalho de reciclagem de carros. Este serviço começa às 3 horas da madrugada e vai até 1 hora da tarde. Por isso durmo algumas horas depois de terminar o trabalho e então venho aqui. É realmente bastante difícil levar as duas coisas ao mesmo tempo. Mas pretendo continuar com afinco, para conseguir agarrar o meu sonho.
No começo foi por causa da recomendação da minha esposa. E vim com a intenção de trabalhar uns dois anos para poder ganhar um pouco de dinheiro. Mas enquanto estava no Japão tive dois filhos e então comecei a pensar que seria melhor obter um emprego estável aqui e fixar a residência. Por isso, gostaria de aprender o japonês correto e também a cultura japonesa, para poder continuar vivendo estavelmente aqui no Japão.

Qualquer que seja o país onde for, há necessidade de conhecer a língua e a cultura desse país. Para poder levar a vida da mesma forma que as pessoas da localidade, nós devemos nós mesmos tomar a iniciativa de aprender a língua e a cultura local. Eu acho que nós podemos conseguir isso se estudarmos arduamente. Portanto quero dizer a todos: Não desistam. Vamos nos esforçar!

Foi árduo. Mas conseguimos superar por meio de colaboração mútua entre companheiras da classe, verificando o conteúdo das aulas antes do início das aulas. Foi muito bom porque a minha filha também nos ajudou.

Sim, foi muito útil na ocasião em que fiz o curso de treinamento profissional, porque aprendi durante o curso de Follow-up muitos termos técnicos, como riyosha (utilizador), koreisha (idosos), enge (deglutição), goen (deglutição errada), etc., os quais até então eu não conhecia. Depois de ter terminado este curso, fiz o curso de treinamento profissional e consegui obter o certificado de ajudante em casa (home helper), o que me deu autoconfiança para trabalhar.
Antes de começar o curso, cheguei a pensar que talvez o curso não fosse necessário pra mim. Mas ao participar realmente do curso, percebi que estudando teria mais chance no futuro. Porque a situação atual está de tal jeito que, se não estudar, torna-se difícil de empregar-se e tampouco não consegue arranjar bom emprego.

Na consulta individual me perguntaram sobre os tipos de profissão que eu desejava. Atualmente trabalho no serviço de prestação de cuidados, que o HelloWork me apresentou. No início estava trabalhando apenas uma ou duas vezes por semana. Mas o funcionário japonês encarregado parece ter reconhecido a minha dedicação e então, foram aumentando os serviços que me pediam para fazer. Quando tentei entrar neste serviço, não houve nenhum teste em especial. Só me pediram para eu ler algumas palavras técnicas escritas em kanji. Como eu tinha estudado esses termos técnicos no curso de treinamento adicional, consegui ler mais ou menos 80% do total. Até agora, a maioria dos nikkeis trabalhava em fábricas, realizando serviços na linha, como se fosse uma máquina ou um robô. Mas estou sentindo que, o serviço de kaigo (prestação de cuidados) é um serviço bastante humano.
Estudando e conseguindo aprimorar a habilidade de língua japonesa, torna-se maior a possibilidade de poder empregar-se num serviço melhor. E acho que com isso, poderá melhorar a qualidade de vida. Por isso, não desista. Continue estudando.


Até agora, eu não tinha quase nenhum conhecimento de língua japonesa. Mas como sempre desejei expressar-me direito usando palavras corretas e entender direito o que os japoneses querem transmitir, estava procurando encontrar alguma forma de aprender bem a língua japonesa. Oportunamente, soube através de um conhecido, sobre a existência deste curso. Eu, que já estava pensando em fazer algum curso de japonês, mesmo pagando a taxa, fiquei muitíssimo contente ao saber que o curso é gratuito.
A maior preocupação minha era que, mesmo que conseguisse matricular-me no curso, talvez não conseguisse acompanhar as aulas até o fim. Mas ao assistir realmente às aulas, consegui sentir pouco a pouco que estava assimilando as aulas e tive a motivação elevada. Por isso não tenho mais a preocupação. Agora já estou até estudando em casa e me esforçando a recapitular as lições passadas. Quero aprimorar mais o meu conhecimento de língua japonesa e chegar a um nível que me permita estudar ainda mais, por meio de livros e internet. E aí gostaria de estudar não só o idioma, mas também a cultura japonesa.
Antes de participar do curso, o meu conhecimento de língua japonesa se limitava a ler um pouco de hiragana. Mas agora que tive essas aulas, sei ler e escrever katakana e até aprendi um pouco de kanji.
O que me impressionou mais durante o curso foi a excelente habilidade didática dos professores. Graças a essa qualidade deles é que estou conseguindo aprender muita coisa. As aulas sobre o emprego também foram muito interessantes. Foi muito bom, porque conseguimos aprender muita coisa necessária para que nós nikkeis possamos viver o dia a dia aqui no Japão.

Eu sou descendente de japonês, mas minha mãe é brasileira e quase não tive oportunidade de ter contato com a cultura japonesa na minha criação. Por isso, senti estranho em muitas coisas referentes a cultua e hábitos japoneses. Ao viver no Japão, vim conseguindo pouco a pouco acostumar-me, mas mesmo agora continuo deparando com certas coisas da cultura japonesa que não consigo compreender. Por isso, daqui pra frente quero utilizar o japonês que aprendi aqui, para compreender melhor a cultura japonesa e integrar-me à sociedade japonesa. E dessa forma, acredito que terei novas portas abertas para o meu futuro.
Incentivo fortemente que se inscrevam neste curso, assim que tiver chance. Porque graças a este curso, consegui melhorar bastante a minha habilidade de língua japonesa e consigo expressar com maior precisão as minhas intenções. Deveras é muito árduo continuar estudando, mas se participar deste curso e continuar empenhando, acredito que cada um conseguirá o fruto merecido.